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" 4 - Bem aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar ati, para que habite em teus atrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo. 5 - Com coisas tremendas em justiça nos responderás, ó Deus da nossa salvação; tu és a esperança de todas as extremidades da terra e daqueles que estão longe sobre o mar; " SALMO 65 (4;5)

sábado, 18 de outubro de 2014

APOCALIPSE - VI PARTE

A paz do Senhor Irmãos!

Continuando a Jornada



Ap 11 - 15  E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.


Entre os capítulos 11 e 15, onde inicia a descrição individual dos castigos das sete taças, neste contexto alguns eventos são apresentados pontualmente, porém já comentados no início da jornada, dentre os quais: as duas testemunhas que farão oposição ao reino do anticristo, o “surgimento” do falso profeta e do anticristo, e sua consolidação como líder mundial; também sobre os “Cento e quarenta e quatro mil” comprados da terra para o Senhor.

Em alguns momentos os Escritos abrem alguns parênteses e permite que aflorem alguns pontos que merecem ser destacados, pontos de interligação e esclarecimentos, e se assim  não fosse, o Senhor não teria revelado.

No Capítulo 14 observamos como o Senhor estará agindo durante a tribulação, O Senhor determina três proclamações que são enviadas através de três anjos:

 “Primeiro anjo – 1º Proclamação” 
6  E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo,
7  Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

A palavra é clara, proclamar aos que habitam sobre a terra, independente da nação, tribo ou língua – O Senhor nos concede a oportunidade de arrepender-nos e voltar-nos ao caminho correto, deixarmos de seguir ao governo do anticristo, abandonarmos a lealdade a besta, e reconhecermos que Jesus Cristo é o Caminho e a Verdade e a Vida junto ao Senhor e assim sermos salvos.

Como já foi comentando nos estudos anteriores, não se enganem o anticristo não se apresentará como um “demônio”, mas sim como o único capaz de comandar o mundo, e será apoiado pelo “falso profeta”, portanto, uma religião mundial, os quais farão grandes prodígios que maravilharão o mundo, mas não passa de engano para aqueles que os seguirem.


“Segundo anjo – 2º Proclamação”  
14 - 8  E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.

Este evento anunciado no cap. 14 é executado no cap.18, o Senhor anuncia e cumpre a sua Palavra, Nele podemos confiar.

Babilônia – A terra da idolatria e da rebeldia, onde foi construída a torre de Babel, monumento de rebelião, neste contexto refere-se a todo o reino mundial do anticristo, em todos os seus aspectos. Infestou o mundo com a prostituição espiritual, levado pelas paixões da carne, envolvidas pelas influências demoníacas, se afastando de Deus, dos preceitos do Senhor e do Caminho correto, da Verdade e da Vida.

“Terceiro anjo – 3º Proclamação” – 14 - 9  E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,

10  Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

Mais uma vez o Senhor anuncia, busca prevenir a humanidade sobre os perigos e os castigos para aqueles que se associarem ao anticristo, o Senhor na sua imensa misericórdia alerta, e alerta, deixa tudo escrito e determinado, e ainda vai alertar para que ninguém diga, “não fui avisado, não sabia disto ou daquilo”.

12  Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

A palavra do Senhor nos diz que os santos, os que guardam os mandamentos do Senhor e a fé em Jesus Cristo não se prostrarão a autoridade da besta, do anticristo, nem serão enganados pelos prodígios que o anticristo e o falso profeta farão, mas ficarão firmes no Senhor. Esta palavra também se cumprirá como toda palavra de Deus.


13   E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam.

O Senhor nos alerta que Bem-aventurados os que ficarem firmes no Senhor não se prostrando ao anticristo, não amando as próprias vidas, mas sim preferindo ao Senhor em todo o tempo e circunstâncias, e não temendo a morte.


Do versículo 14 ao 20. É descrito que o tempo da colheita chegou, a hora de fazer a sega, pois a seara está madura.
Seara - Cereais semeados e já nascidos; Campo que tem cereais semeados.
Segar – Cortar, Ceifar.


Sobre esta passagem existem algumas interpretações: Alguns afirmam ser a descrição da grande batalha do Vale de Esdrelon, Megido. Este cenário ao longo da história sediou grandes batalhas: Os homens de Baraque e Débora derrotaram o exército canaanita de Sísera; Josias enfrentou o faraó Neco e foi morto (2 Crônicas 35 - 20 a 24). A história confirma que o vale de Megido serviu de acampamento para vários exércitos poderosos, desde o de Nabucodonosor, Napoleão, quando ele avançou sobre a Síria, até o do Império Britânico em 1918, na Primeira Guerra Mundial – a famosa Batalha de Megido. Guerreiros judeus, canaanitas, sarracenos, cruzados, egípcios, persas, drusos, turcos e britânicos mataram e morreram em um lugar destinado à luta nas Escrituras.
Este local traz grandes histórias de batalhas, por tanto, fortalece a interpretação que a Grande Batalha final será neste vale, pela profecia já seria o bastante, mas todas as circunstâncias corroboram.




Um pouco da História e Arqueologia de Megido.

Megido foi uma antiga cidade de Canaã dentro do território de Issacar, cedida a Manassés que não expulsou os cananeus (Jz 1.27-28). Foi o local da batalha dos reis cananeus contra Israel de Baraque (Jz 5.19). Também em Megido o rei de Judá Josias foi morto pelo faraó Neco (2 Cr 35.22-24); por essa razão o nome “Megido” é sugestivo para terríveis conflitos e perturbações (Zc 12.11). Está situada em um dos comissariados de Salomão (1 Rs 4.12; 9.15), e para ali fugiu Acazias rei de Judá e morreu (2 Rs 9.27).



 Enormes plataformas ainda ali existem, designado o sítio das primitivas fortalezas.

ARQUEOLOGIA DE MEGIDO




Megido a cidade dos carros de guerra foi desenterrada entre 1903-1905 pelo doutor G. Schumacher, que cavou uma vala transversal de um extremo a outro do montículo de 5,26 hectares. Os achados de importância menor foram completamente eclipsados pela descoberta de um famoso selo de jaspe que dizia: “Shema, funcionário de Roboão.” O selo correspondia a época de Jeroboão I (931-910 a.C.). Este era o sinal de um de seus funcionários, possivelmente do governador da cidade.
Em Megido foram realizadas numerosas descobertas. Entre as primeiras estavam os fragmentos de uma estela, na qual se achava escrito o nome de Shesauk em hieróglifos. Este é o Sisaque que segundo a Bíblia utilizou Megido como base para sua bem-sucedida incursão na Palestina (I Rs 14.25-26). Isto dá notável realismo ao relato bíblico, e impressionou profundamente o doutor Breasted, conforme ele narra: “Imaginem vocês minha emoção quando me sentei sobre o montículo e li o nome de Sisaque nesse monumento quebrado, e recordei vivamente quando, ainda menino eu havia lido na Escola Dominical acerca deste mesmo Sisaque do Egito, que tinha atacado a Palestina e levado para si os despojos”.

No quarto nível de ocupação de Megido, o nível da época do Rei Salomão, os escavadores desenterram estábulos suficientemente grandes para acomodar 450 cavalos de carros de guerra. Estes estábulos estavam ordenados em seções de maneira que cada unidade pudesse ter cavalariças individuais para 24 cavalos. Havia doze cavalariças de cada lado, uma em frente da outra, e ao extremo de cada uma delas havia um pesebre de pedra no qual o cavalo comia forragem ou grão. Entre as fileiras de estábulos havia passadiços ou corredores onde os cavalos ficavam estacionados, ou através dos quais se conduziam os carros de guerra. Nas imediações das cavalariças havia grandes lotes onde os cavalos se exercitavam, e adjacentes a estes cavalos as moradias dos homens que cuidavam dos animais.

“Teve também Salomão quatro mil manjedouras para os cavalos de seus carros, e doze mil cavaleiros, os quais mantinha nas cidades dos carros, e com o rei em Jerusalém” (2 Cr 9.25).

Durante a primavera de 1973 foi desenterrado no sétimo nível uma esplendida coleção de 400 objetos de marfim talhado, no sótão de um palácio que datava mais ou menos de 1.150 a.C. Ali foram encontrados placas, tabuleiros de jogos, taças jarras, colheres, pentes, contas, anéis, estatuetas e uma variedade de artigos ainda maior do que os que foram encontrados na escavação de Samaria. Em variedades de mão de obra, esta coleção artística foi considerada de muita importância com relação às muitas referências bíblicas ao marfim.


MEGIDO E O ARMAGEDOM
“Então congregaram os reis no lugar que em hebraico se chama Armagedom” (Ap 16.16).



 











Esta batalha se define como sendo a Batalha de Armagedom. A palavra "Armagedom" vem do hebraico Har Megiddo, que significa Monte Megido.

Na terra de Israel não foi encontrado nenhum lugar literal chamado "Monte de Megido", mas os eventos descritos pelo apóstolo João no livro do Apocalipse podem estar associados com a antiga cidade de Megido. A região do Vale do Megido, também chamado nas Escrituras Hebraicas de "vale da decisão" (segundo Joel 3:14), ou "vale de Josafá" (Joel 3:2), encontra-se estrategicamente posicionada em um local onde durante mais de quatro mil anos aconteceram diversas batalhas decisivas na história do antigo Israel. Cidades foram construídas e reconstruídas, umas sobre as outras, para servirem de fortaleza na guarda da passagem pelo vale, de forma que uma colina acabou se formando no local onde ficavam essas cidades.

- Existem teorias que indicam o confronto final do Armagedon ocorrerá literalmente neste vale, quando Deus congregará todas as nações do mundo para entrar com elas em julgamento, por terem espalhado o povo de Israel entre as nações e por terem repartido a sua terra (Joel 3:2).


- Outros grupos crêem que o Armagedon será uma situação catastrófica que ocorrerá em toda a Terra.



- Também os que defendem que não haverá lutas nem batalhas, bastando apenas a volta de nosso Senhor Jesus Cristo e todas as forças do mal serão derrotas.



 



ESCAVAÇÕES EM MEGIDO
Eles descobriram um grande mosaico que servia de piso daquela que, segundo alguns, poderia ser a mais antiga igreja 
 





O mosaico de Megido, mais provavelmente é dos anos 240-241 d.C.
Nele há menções a Jesus Cristo como Deus, e o peixe, símbolo cristão.
A estrutura é típica de uma casa privada reformada para atender as necessidades litúrgicas de uma comunidade em aumento.




Encontra-se a inscrição com o nome de um centurião romano ‒ Gaianos, ou Porfírio ‒ provavelmente o benfeitor da obra.








AS SETE TAÇAS.



CAPÍTULO 15



1  E VI outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.



Este versículo é a introdução dos sete últimos eventos de castigo do Senhor, que se estendem pontuados do capítulo 15 ao 16, como está bem escrito a ira de Deus será consumada, Por tanto, concluída.



2  E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

Estes com

3  E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.



Os vitoriosos da sedução do anticristo e de seu governo, que se mantiveram com os olhos abertos e ouvidos atentos a Palavra do Senhor aos seus alertas e prevenções, que não amaram as suas vidas, não aceitando adorar ao anticristo como se fosse Deus, Pois, Deus só o Altíssimo.


O cântico de Moisés, e o Cântico do Cordeiro, representam a libertação de Israel das garras do Egito e a libertação dos  pecados por meio de Jesus Cristo.


Os sete anjos saíram do santuário do tabernáculo do Testemunho – Este local refere à localização da arca da Aliança no Santo dos Santos – Vestidos com linha e cintos de ouro – Simbolizam riquezas, realeza e glória imaculada.


Aos sete anjos foram dadas sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus, e ninguém mais poderá entrar no santuário, até o cumprimento dos sete flagelos. Os homens que ainda estiverem na terra, aqueles que foram marcados pela besta, que reconheceram o líder mundial como deus, sofreram a ira do Senhor, porém, neste período pela vontade e plano de Deus ainda restaram remanescentes do Senhor nesta terra, que não serão atormentados pela cólera do Senhor, como veremos no capítulo 16.





 



CAPÍTULO 16


A PRIMEIRA TAÇA – O PRIMEIRO FLAGELO.


1ª Taça16 - 1  E OUVI, vinda do templo, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide, e derramai sobre a terra as sete taças da ira de Deus.

            2  E foi o primeiro, e derramou a sua taça sobre a terra, e fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.


Como foi dito, neste período somente os que estiverem marcados pela besta sofrerão a cólera do Senhor. A septuaginta usa a mesma palavra grega para descrever as úlceras que atiram os egípcios(Êx9.9-11) e Jó( Jó 2.7). No NT, a palavra descreve feridas abertas que cobriam o mendigo Lázaro ( Lc 16.21). Agora não mais em parte como foram nos castigos dos selos e trombetas, estes últimos flagelos serão para todos os adoradores da besta.






A SEGUNDA TAÇA – SEGUNDO FLAGELO.


2ª Taça16 - 3  E o segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente.



Este flagelo lembra a segunda trombeta  e a primeira praga contra os egípcios. As praias consideradas bem público, tão apreciadas pela beleza do mar, agora terão um cenário de horror, pois suas águas serão como sangue e todo ser vivente do mar. Bilhões de criaturas em estarão em decomposição acrescendo mais sofrimento  e  horror. 






A TERCEIRA TAÇA – TERCEIRO FLAGELO.


3ª Taça16 - 4  E o terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue.



5  E ouvi o anjo das águas, que dizia: Justo és tu, ó Senhor, que és, e que eras, e santo és, porque julgaste estas coisas.

6  Visto como derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também tu lhes deste o sangue a beber; porque disto são merecedores.

7  E ouvi outro do altar, que dizia: Na verdade, ó SENHOR Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.



A 3ª trombeta foi em parte, tornando a terça parte das águas doces em águas sem condições para serem consumidas, (8-10-11). Os últimos flagelos vieram cumprir a ira de Deus, o que foi em parte nos Selos e Trombetas agora se completará. Pela 3ª trombeta e pela estiagem promovida pelas Duas testemunhas, a quantidade de água potável e em condições de serem consumidas já eram poucas, a partir deste flagelo os homens não terão água nem para lavar suas feridas.

No versículo 7 uma declaração do quanto Justo e Verdadeiro é o julgamento de Deus, ninguém poderá dizer o contrário.







A QUARTA TAÇA – QUARTO FLAGELO.


4ª Taça16 - 8  E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo.

9  E os homens foram abrasados com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.

 

A terra sem água, os homens com feridas e um cenário de horror, com a 4ª Taça o sol que fornece luz, a qual foi cortada na terça parte, agora abrasa os homens, queimaduras serão inevitáveis, e em meio a tanto desolação o ser humano ainda não se prostra perante o Senhor, mesmo sabendo que é Deus o Juiz de todos os acontecimentos, preferirão blasfemar contra Deus ao invés de darem glórias ao Senhor e pedirem misericórdia. 


Os homens estarão tão embebidos do vinho da prostituição da besta e tragados pelos enganos que vem sendo promovidos que não percebem o condicionamento para rebeldia contra o Senhor, pois está sendo introduzida com sutileza e nos pontos fracos dos homens. 

Sim irmãos, o acusador já vem semeando o engano a todas as nações, analisem, e ponderem como estão as reações a tudo que leva a sensualidade, as legalidades, a corrupção, tudo que vem das paixões humanas, em detrimento dos desígnios do senhor, como as relações entre homens e mulheres perderam a essência do compromisso, e do temor de Deus, e as relações entre pessoas do mesmo sexo, falar sobre estes assunto não pregar ódio, não é promover violência, pois, será que somente relações de pessoas do mesmo sexo não agradam a Deus? Não!. Também o adultério, as fornicações, os engano que com certeza até dentro das igrejas existem, além da idolatria: aos homens, ao dinheiro ao poder. etc.  


E neste contexto, onde os desígnios de Deus são deixados de lado, a palavra de Deus é desmerecida, o inimigo vem semeado a rebeldia, isto, o que ele faz de melhor, se rebelar contra o Senhor. E assim meus irmãos, os homens estão sendo condicionados a não aceitarem os direcionamentos de Deus e quando chegar a hora do castigo de Deus blasfemaram do Senhor ao invés de clamar por misericórdia, pois, só conseguimos enxergar os limites que o Senhor nos coloca, não aceitamos a verdade que estamos errados e nunca damos glórias ao grandioso Amor e sacrifício por nossas vidas.


Deus não muda; a natureza do homem não muda; a pré-disposição de se rebelar contra o Senhor é que vem aumentando cada dia mais, com a legalidade das vontades dos homens, os quais não aceitam segundo suas convicções estarem errados! . A palavra do Senhor nos alerta.

 

2º TIMÓTEO 4.

1  CONJURO-TE, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,



2  Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.



3  Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;



4  E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.



5  Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.



O tempo em que não podem suportar a sã doutrina, e assim, doutores segundo suas convicções pregaram aquilo que querem ouvir e não o que o Senhor nos direcionou.






A QUINTA TAÇA – QUINTO FLAGELO.


5ª Taça16 - 10  E o quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e eles mordiam as suas línguas de dor.

11  E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram do Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.


O flagelo sobre o trono, sobre o domínio da besta, mais uma vez um castigo direto ao “poder” da besta, mais uma vez os homens não reconhecerão o domínio de Deus e em meio a dor e angústias não darão glórias ao Senhor, não se arrependerão, mas blasfemaram do Senhor.






A SEXTA TAÇA – SEXTO FLAGELO.


6ª Taça – 16 - 12  E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente.



Um dos motivos para esta coalizão pode ser o último ato, ou tentativa de acabar com os remanescentes de Israel,  em todo o tempo grandes guerras foram travadas, contra Israel, os Cristão foram culpados de praticamente tudo no tempo antigo – “ Se não chovesse e se a produtividade dos grãos não fora bem, joguem os Cristão ao leões”. Assim diziam imperadores.


Desta forma não é difícil imaginar um ataque contra Israel, numa tentativa de vingança anti-semita, devido as  pragas recebidas, ao invés de arrependerem de seus pecados e pedirem misericórdia a Deus.  Outra vertente de interpretação, entende,  poderia ser uma retaliação ao governo do Anticristo, pois o mesmo estará em Israel querendo ser adorado como deus, e seu governo estará em caus, não conseguindo aliviar as angústias de seus seguidores.



13  E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

14  Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.



Trindade Profana – composta pelo dragão – besta – falso profeta. Personagens no contexto mundial que serão usadas para disseminar o governo do mal. Algumas características da personalidade  do anticristo são apresentadas nas Escrituras. Daniel 11 - não respeitará a Deus, nem a nenhum tipo de deus, porém, elegerá algo a adorar,” O poder, o deus das fortalezas”.  Colocará o seu poder acima de qualquer coisa, não terá respeito a nada e nem a ninguém.








A SÉTIMA TAÇA – SÉTIMO FLAGELO.


7ª Taça16 - 17  E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito.

18  E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terremoto.

19  E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande Babilônia se lembrou Deus, para lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira.

20  E toda a ilha fugiu; e os montes não se acharam.

21  E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande.



A palavra do Senhor nos diz: Está Feito. A taça foi derramada pelo Ar. Anteriormente foi os castigos foram sobre: o sol, Terra, Rios, Mares, Florestas e Relvas. Mas agora é sobre o Ar, representando neste contexto sendo o último dos elementos do quais necessitamos para sobreviver, que o Senhor nos proporcionou para a vida e agora está revertendo em forma representativa de castigo. 


No versículo 21 infelizmente comprovamos mais uma que vez os homens em meio ao castigo do Senhor não reconhecem o Senhorio de Deus, não se arrependem, não clamam pela misericórdia de Deus, ao contrário blasfemam do Senhor. Em cada etapa dos desígnios de Deus, o Senhor sempre nos dá oportunidade para nos arrependermos e clamar por misericórdia, mas não nos obriga a isto.


Conforme os versículos de 12 a 16 – os reis do mundo foram ajuntados pelos espíritos imundos para peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. Com certeza muitos destes acampados serão mortos por este flagelo, mas não todos até a volta de Cristo.



Continua...



BIBLIOGRAFIA:



 Bíblia de Estudo MARCATUR – Tradução de Almeida Revista e Atualizada.

 http://www.tempodofim.com/fim_dos_tempos_indice.htm